segunda-feira, 17 de maio de 2010

PARA ENTENDER O QUE SIGNIFICA PENTECOSTES


O que significa Pentecostes?

É uma palavra que vem do grego e significa "qüinquagésimo". É o 50° dia depois da Páscoa. É a solenidade da vinda do Espírito Santo. Junto com Natal e Páscoa, forma o tripé mais importante do Ano Litúrgico. Esse detalhe ajuda a compreender por que Pentecostes pertence ao Ciclo da Páscoa.

Qual é a cor litúrgica de Pentecostes e seu significado?

O vermelho domina essa solenidade, associado ao fogo, símbolo do amor. 0 Espírito Santo é chamado de "Espírito do amor".

Como surgiu a festa de Pentecostes?

Antes de ser uma festa dos cristãos, Pentecostes foi festa dos judeus, e sua origem se perde nas sombras do passado. Antes de se chamar assim, tinha outros nomes, e era uma festa agrícola. Em Êxodo 23,14-17 é chamada de festa da Colheita, a festa dos primeiros feixes de trigo colhidos. Em Êxodo 34,22 é chamada de festa das Semanas. Por que "festa das semanas"? A explicação é dada pelo Levítico (23,15-21): calculavam-se 7 semanas a partir do inicio da colheita do trigo. 7 semanas = 49 dias.

Com o tempo, ela perdeu sua ligação com a vida dos agricultores, recebeu o nome grego de Pentecostes e se tomou festa cívico-religiosa. No tempo de Jesus, celebrada 50 dias apos a Páscoa, ela recordava a dia em que no Monte Sinai, Deus entregou as tábuas da Lei a Moises. Os Atos dos Apóstolos fazem coincidir a vinda do Espírito Santo com a festa judaica de Pentecostes.


Quem recebeu o Espírito Santo no dia de Pentecostes?

O episodio de Pentecostes é narrado por Lucas em Atos 2,1-11. Sem muita reflexão, seriamos tentados a responder que apenas os Doze apóstolos é que receberam o Espírito Santo. Mas lendo com atenção o contexto desse acontecimento poderemos ter surpresas.
De fato, Lucas disse, antes que viesse o Espírito: "Os apóstolos voltaram para Jerusalém, pois se encontravam no chamado monte das Oliveiras, não muito longe de Jerusalém: uma caminhada de sábado. Entraram na cidade e subiram para a sala de cima, onde costumavam hospedar-se. Ai estavam Pedro e João, Tiago e Andre, Filipe e Tome, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão Zelote e Judas, filho de Tiago. Todos eles tinham os mesmos sentimentos e eram assíduos na oração, junto com algumas mulheres, entre as quais Maria, mãe de Jesus, e com as irmãos de Jesus. Nesses dias, ai estava reunido um grupo de mais ou menos cento e vinte pessoas" (Atos 1,12-15a). No dia de Pentecostes, já com Matias substituindo o traidor Judas, Lucas afirma que "todos eles estavam reunidos no mesmo lugar" (2,1). Na fala depois de terem recebido o Espírito Santo, Pedro cita a profeta Joel, que previa a efusão do Espírito sobre todas as pessoas: "Nos últimos dias, diz o Senhor, eu derramarei o meu Espírito sobre todas as pessoas. Os filhos e filhas de vocês vão profetizar, os jovens terão visões e os anciãos terão sonhos. E, naqueles dias, derramarei o meu Espírito também sobre meus servos e servas, e eles profetizarão" (2,17-18; veja Joel 3,1-5). Não se pode, portanto, afirmar que somente os Doze ap6stolos e que receberam o Espírito.

"Na verdade quando Jesus diz que Ele ia embora mas que deixaria o Paraclito conosco. Ele quis deixar claro que não ficaríamos sozinhos pois viria para nos consolar Espirito Santo.
Por tanto amigos, faze-se necessário lembrar que todos nós somos dignos de receber o Espirito Santo, Ele está entre nós, através das nossas orações. Peça ao Espirito Santo para que seja iluninada a sua vida, que seja curada as suas feridas e dificuldades. Esteja sempre procurando ficar perto de Deus que é Uno e Trino. Paz e bem."

Rita Santhyago

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MINISTÉRIO SUPREMO DOM


O MISTÉRIO SUPREMO EXISTE HÁ 10 ANOS E TEM UM TRABALHO VOLTADO PARA A EVANGELIZAÇÃO. "UTILIZAMOS A MÚSICA COMO FERRAMENTA FACILITADORA PARA LEVAR AS PESSOAS A NUNCA PERDER A ESPERANÇA EM DEUS E EM SEU FILHO JESUS CRISTO."
O SEU PRIMEIRO CD COM O TÍTULO MISTÉRIO DA FÉ, TRAZ CANÇÕES COM COMPOSIÇÕES DE NETO SIMAS DENTRE OUTROS. AS MÚSICAS FALAM DO AMOR DE DEUS E PRINCIPALMENTE DA SANTA EUCARISTIA QUE NOS TRANSFORMA EM VERDADEIROS TEMPLOS DO ESPIRITO SANTO.

RITA SANTHYAGO

A sabedoria do silenciar


A sabedoria do silenciar

Até os insensatos quando se calam passam por sábiosA+ A- delicious twitter
Sócrates, o sábio filósofo grego, dizia que a eloquência é, muitas vezes, uma maneira de exaltar falsamente o que é pequeno e de diminuir o que é, de fato, grande. A palavra pode ser mal-usada, mascarada e empregada para a dissimulação. É por isso que os sábios sempre ensinaram que só devemos falar alguma coisa “quando as nossas palavras forem mais valiosas que o nosso silêncio”. A razão é simples: nossas palavras têm poder para construir ou para destruir. Elas podem gerar a paz, a concórdia, o conforto, o consolo, mas podem também gerar ódio, ressentimento, angústia, tristeza e muito mais. “Mesmo o estulto, quando se cala, passa por sábio, por inteligente, aquele que fecha os lábios” (Pr 17,28).


O silêncio é valioso, sobretudo quando estamos em uma situação difícil, quando é preciso mais ouvir do que falar, mais pensar do que agir, mais meditar do que correr. Tanto a palavra quanto o silêncio revelam o nosso ser, a nossa alma, aquilo que vai dentro de nós. Jesus disse que “a boca fala daquilo que está cheio o coração” (cf. Lc 6,45). Basta conversar por alguns minutos com uma pessoa que podemos conhecer o seu interior revelado em suas palavras; daí a importância de saber ouvir o outro com paciência para poder conhecer de verdade a sua alma. Sem isso, corremos o risco de rotular rapidamente a pessoa com adjetivos negativos.


Sabemos que as palavras são mais poderosas que os canhões; elas provocam revoluções, conversões e muitas outras mudanças. A Bíblia, muitas vezes, chama a nossa atenção para a força das nossas palavras. “Quem é atento à palavra encontra a felicidade” (Eclo 16,20). “O coração do sábio faz sua boca sensata, e seus lábios ricos em experiência” (Eclo 16, 23). “O homem pervertido semeia discórdias, e o difamador divide os amigos” (Eclo 16,28). “A alegria de um homem está na resposta de sua boca, que bom é uma resposta oportuna!” (Pr 15,23).


Quanta discórdia existe nas famílias e nas comunidades por causa da fofoca, das calúnias, injúrias, maledicências! É preciso aprender que quando errarmos por nossas palavras, quando elas ferirem injustamente o irmão, teremos de ter a coragem sagrada de ir até ele pedir perdão. Jesus ensina que seremos julgados por nossas palavras: “Eu vos digo: no dia do juízo os homens prestarão contas de toda palavra vã que tiverem proferido. É por tuas palavras que serás justificado ou condenado” (Mt 12, 36).


Nossas palavras devem sempre ser “boas”, isto é, sempre gerar o bem-estar, a edificação da alma, o consolo do coração; a correção necessária com caridade. Se não for assim, é melhor se calar. São Paulo tem um ensinamento preciso sobre quando e como usar a preciosidade desse dom que Deus nos deu que é a palavra: “Nenhuma palavra má saia da vossa boca, mas só a que for útil para a edificação, sempre que for possível, e benfazeja aos que ouvem” (Ef 4, 29).



Erramos muito com nossas palavras; mas por quê?


Em primeiro lugar porque somos orgulhosos, queremos logo “ter a palavra” na frente dos outros; mal entendemos o problema ou o assunto e já queremos dar “a nossa opinião”, que muitas vezes é vazia, insensata, porque imatura, irrefletida. Outras vezes, erramos porque as pronunciamos com o “sangue quente”; quando a alma está agitada. Nesta hora, a grandeza de alma está em se calar, em conter a fúria, em dominar o ego ferido e buscar a fortaleza no silêncio.


Fale com sinceridade, reaja com bom senso e sem exaltação e sem raiva e expresse sua opinião com cautela, depois que entender bem o que está em discussão. Muitas vezes, nos debates, estamos cansados de ver tanta gente falando e poucos dispostos a ouvir. Os grandes homens são aqueles que abrem a boca quando os outros já não têm mais o que dizer. Mas, para isso, é preciso muito exercício de vontade; é preciso da graça de Deus porque a nossa natureza sozinha não se contém.


Deus nos fala no silêncio, quando a agitação da alma cessou; quando a brisa suave substitui a tempestade; quando a Sua palavra cala fundo na nossa alma; porque ela é “eficaz e capaz de discernir os pensamentos de nosso coração” (cf Hb 4,12).

Felipe Aquino - Canção Nova

quarta-feira, 31 de março de 2010


Páscoa


O medo e a confusão dominaram aqueles que tinham acreditado no poder do amor.
Eles, que tinham aprendido
a alegria de amar o próximo do Mestre
que se fazia próximo daqueles
de quem ninguém se aproxima:
dos pobres, dos doentes,
das prostitutas,
dos marginalizados e marginalizadas.

O chão se desfez sob seus pés,
a morte os atingiu...

Estranho, porém,
foi que a morte não os matou;
algo extraordinário aconteceu:
os olhos dos amigos e amigas,
que haviam acreditado num mundo
transformado pelo amor,
reconheceram o Mestre esperado
e proclamaram:

Jesus é o Filho de Deus ressuscitado!

E desde então, para eles e para nós,
se coloca como vitória sobre a dor,
opressão e morte,
a certeza da ressurreição.

Alegria, alegria, agora e para sempre. Amém!

Que a Páscoa seja para todos nós um momento de restauração em Cristo Jesus!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Cura dos relacionamentos


Cura dos relacionamentos entre casais
Quanto mais amor, menos cobrança

Todos nós sempre temos algum problema de relacionamento com alguém. Pedro e Paulo brigaram. Durante o caminho os apóstolos discutiam quem seria o maior.
Jesus é o Mestre dos relacionamentos. Muitas vezes, temos a imagem equivocada da pessoa que está ao nosso lado, por isso, há os desentendimentos.
Todo cônjuge faz a promessa de não abandonar o outro sob nehuma condição. Lembremos que Pedro também disse que estaria pronto para ir com o Senhor, tanto para a prisão como para a morte. No entanto, ele O negou! Ele não foi desonesto quando disse que morreria por Jesus.
Essa pessoa que casou com você, também fez juras de amor e não estava mentindo. Mas você pode até dizer: “Cadê a sua palavra? Você é homem ou não?” Talvez você tenha visto aquele sacerdote ardoroso abandonando o sacerdócio e muitos dizem: “Eu não acredito mais em padre”. Por que isso acontece? Porque somos de barro; essa é a realidade.
Reflita: Como é seu olhar para aquele que o traiu? É olhar de condenação? Ou olhar de acolhimento? São Paulo diz: “Quem julga que está de pé cuidado para não cair”.
Jesus escolheu Pedro para ficar no seu lugar a fim de dizer: “Vocês que caminham atrás dele são como ele”. Somos de barro, por isso que Cristo não se apavora.
Que maravilhava se o casal dissesse diante da traição: “Assim como você caiu eu posso cair”. Mas dizem: “Eu nunca te traí”. Pode até ser que o homem não tenha arrumado outra mulher; nem a mulher, outro homem, mas e nos outros sentidos da vida?
“Voltando-se o Senhor, olhou para Pedro. Então Pedro se lembrou da palavra do Senhor: Hoje, antes que o galo cante, negar-me-ás três vezes. Saiu dali e chorou amargamente” (Lucas 22, 61-62).
Jesus olhou para Pedro e, graças a esse olhar, este chorou amargamente. Esse olhar o salvou. Como é seu olhar para aquele que o traiu? É olhar de condenação? Ou olhar de acolhimento? Cristo diz que com a mesma medida com que medirmos os outros, seremos medidos. Por isso precisamos exercer essa misericórdia. O Senhor disse, através do Seu olhar, para o apóstolo: “Eu sei quem tu és”.
Na vida de casado, o ato sexual é o fechamento do amor total. O amor começa em âmbito espiritual, no interior da pessoa, na sua interioridade e se expande para o psiquismo, onde entra o esforço de ir ao encontro do outro sem cobrar. No entanto, o que mais se vê entre os casais é cobrança, já se casa cobrando o outro. Atitude de amor é atitude de querer o bem do outro. Não é só querer o bem ao outro, mas do outro. Se eu o amo, eu tenho força interior para querer o bem do outro; no momento em que entra a cobrança não é amor.
O amor começa em âmbito espiritual. O homem começa a sentir atração por uma mulher e vice-versa, eles começam a sentir o impulso na mente de ir ao encontro do outro para querer o bem. O namoro é a etapa em que o casal começa a ter comunhão de pessoa. Ao se olharem reciprocamente começam a perceber o que está no interior do outro; é uma fase de conhecimento. “Como você viveu?” “Quais os traumas você teve?” “Como é sua família?” Vão se conhecendo e vai havendo a comunhão entre ambos. Depois dessa comunhão eles vão co-habitar no matrimônio e se tornam uma só carne.
Quanto mais amor, menos cobrança. Quanto mais cobrança, menos amor. Se você que é casado decide viver essa realidade [de não cobrar o outro], seu casamento vai dar certo.
Nenhum casal deve tirar a aliança para que sempre se lembre de que fez uma aliança não para cobrar, mas para se doar. Como viver isso? Vejam como vocês cuidam dos filhos, tudo é de graça, vocês não exigem nada deles, só se consomem por eles. Amor total, cobrança zero!
Por que muitas mulheres amam mais os filhos que o marido? Porque os ama gratuitamente. Você mulher, você homem, pense nisso: “Vou fazer para meu cônjuge o que faço para meu filho”. E você vai ver como o relacionamento vai mudar.
Aqui está a cura dos relacionamentos: “Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” (Gênesis 2, 24); e no Evangelho de São Marcos, Jesus completa: “Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Marcos 10,7).
Deixar não é só sair de casa, é ir deixando para trás as marcas, as feridas que cada um recebeu de sua casa. Muitas mulheres não se dão bem no casamento porque tiveram um pai alcoólatra, mulherengo, por isso a receita é “deixará” (cf. Mc 10,7), para que você vá se curando das feridas que você trouxe de sua casa.
O amor que vocês sentiram não é uma farsa, mas algo que Deus lhes deu. É deixar tudo que receberam de negativo, é todo um caminho, um processo, para que dia após dia vocês procurem recordar as feridas recebidas de casa, de forma as deixarem para trás.

Padre Alir Sanagiotto, SCJ

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A LEI DO SUCESSO SEGUNDO JESUS


Desde o princípio dos tempos, o homem tem procurado o sucesso como a um tesouro escondido. Grandes mestres dedicaram suas vidas na tentativa de apontar o verdadeiro caminho para encontrá-lo. Milhares de palestras já foram proferidas e centenas de livros escritos como guias para atingir esse sonho dourado.Por que, então, vemos tantas pessoas desempregadas ou fracassadas profissionalmente? Por que elas não encontram o sucesso? A resposta é uma só: não o buscam segundo a Palavra de Cristo.O apóstolo Paulo nos advertiu contra o perigo desses falsos ensinamentos: “Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo” (Cl 2.8).Chega de teorias humanas. Chega de tendências ilusórias. Chega de modismos passageiros. Precisamos de princípios sólidos e verdades absolutas. Os problemas do homem só têm uma solução: a Palavra de Deus.A Bíblia é eterna, viva e atual. Ela ilumina e transforma todas as áreas da nossa vida, inclusive a profissional. Na Bíblia encontramos ensinamentos práticos que funcionaram e funcionarão sempre. Lições simples e claras que não exigem interpretações teológicas, análises científicas, uma retórica eloqüente ou centenas de páginas para explicá-las.Podemos, com certeza, nos dias de hoje, receber os mesmos ensinamentos de Jesus e aplicá-los em nossa vida profissional. Eles conflitam com muitas teorias humanas, mas se os praticarmos o sucesso acontecerá. Não algo no futuro, mas no presente; não alguma coisa a ser alcançada, mas vivida; não o que os outros desejam que sejamos, mas o que Jesus espera de nós.Caro leitor, este sucesso está a sua disposição. Não quer você também experimentá-lo?


Fonte: Introdução do livro “A Lei do Sucesso Segundo Jesus”, Editora Fôlego, SP.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010


Perdão
É comum em nosso dia-a-dia sofrermos decepções e ficarmos magoados.
Isso é até mesmo natural, pois somos humanos e temos sentimentos, princípios e, também, sonhos e carências.
Algumas pessoas, porém, não conseguem superar as decepções e deixam crescer dentro de si uma mágoa, que irá proporcionar ressentimento, se não for tratada.
Ressentimento é continuar sentindo a decepção e a mágoa.
O caminho é logo chegar à amargura. Quando isso acontece, nosso organismo todo é atingido.
Ficamos também doentes física, emocional e espiritualmente.
Algumas pessoas se tornam agressivas e carrancudas.
Sem o perdão, não poderemos ter o restabelecimento de nossa plena saúde.
Perdoar quer dizer "desatar cadeias, ataduras". Quem não perdoa está preso a correntes, a uma triste lembrança do passado e não pode desenvolver-se.Perdoar é uma decisão.
É escolher entre liberar a pessoa que nos ofendeu ou querer vingar-se.
Quando temos um coração cheio de amor e paz é muito mais fácil perdoar.
Esse amor é mais forte do que o ódio lançado contra nós.
O amor apaga esse mal e podemos assim perdoar...
Não só devemos perdoar quem voltou às pazes conosco ou quando tudo está ótimo para nós.
Jesus perdoou os seus agressores ainda na cruz quando ele sentia as maiores dores.
Seu amor foi suficiente para exercer o perdão.
Se desejamos ter uma vida de paz e um futuro maravilhoso, devemos pedir que Deus encha nossos corações de amor, pois assim poderemos perdoar.
Não vale a pena ficar preso a um fato negativo do passado.
Temos uma vida pela frente... Às vezes perdoar é muito difícil...chegamos a pensar que nunca perdoaremos, que nunca esqueceremos alguma mágoa que alguém nos proporcionou...mas isso é passageiro...as mágoas passam e se soubermos perdoar o coração fica mais leve...ficando mais leve "cabe" muito mais amor e carinho dentro dele...portanto, por mais difícil que seja o melhor caminho é mesmo o perdão...


Autor desconhecido

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O amor de Deus

Acreditar



Acredite em seus sonhos e nunca desista deles.

Planejá-os e deixa que Deus realize-os.

Por que o tempo Dele é diferente do nosso.

Nós queremos agora e Ele diz que talvez amanhã.

Temos pressa, mas Deus com toda a sua sabedoria nos ensina que de devemos trabalhar para alcançarmos qualquer objetivo. E por último nos mostra a díficil arte da PACIÊNCIA. Sem ela nada feito, nada alcançado, nada ralizado.


Paz e bem.


Rita Santhyago